quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

UM POEMA PARA IPORANGA


A água corre forte, lá no escuro...
Nossas cavernas têm milhares de anos.
Muitas pedras pelos caminhos,
E uma correnteza forte pode te arrastar para bem longe...
Um rio gelado...mergulhe rápido para perder o medo.
O centro da cidade branco e azul...
Qual a cor do seu time?
Carroças, tratores, ladeira acima, ladeira abaixo...
A vida de cada gente é sempre estranho a mim.
É pelo gosto da surpresa ou outro algum comichão...
Durante o dia visitava a escuridão, lugar incomum por si só...
Quietinha no meu canto perdia a direção.
A noite por lá é quieta,
E não se perturba com o som da viola...
Cidade de bom coração.


(Célia Demézio)

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