uma tv chamuscando, um mercado vazio. um som estranho, uma frase cortada. uma alucinação, um pesadelo constante. uma realidade paranoica, uma crença estúpida. uma série enlatada, uma escada insinuante. uma onda que não tá com nada, uma maresia estonteante. uma peça solta, um concerto desafinado. uma manhã estranha, um outro dia longo demais. uma morte matada, um cinismo silensioso. uma dose amarga, uma glicose a mais. um inferno absoluto, e um paraíso perdido... enfim, um cadarço desamarrado, um tombo no chão. um final de túnel e uma longa escuridão... (Célia Demézio)
Linda poesia, só com Manuel pra buscar uma inspiração especial, uma inspiração pesada, epiléltica, mas romântica, tenra. Um gde beijo do amigo Fabricio
ResponderExcluirRealmente, os corpos sim se entendem, o poeta B sabia das coisas
ResponderExcluirBeijoo